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Angra 3: energia para o crescimento do país

 

 

 

Angra 3 será a terceira usina da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), localizada na praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ). Quando entrar em operação comercial em maio de 2018, a nova unidade, com potência de 1.405 megawatts, será capaz de gerar mais de 12 milhões de megawatts-hora por ano, energia suficiente para abastecer as cidades de Brasília e Belo Horizonte durante o mesmo período. Com Angra 3, a energia nuclear passará a gerar o equivalente a 50% do consumo do estado do Rio de Janeiro.

 

A energia gerada pela usina será de grande importância para impulsionar o crescimento da economia do país, garantindo a eletricidade necessária para abastecer os lares, as empresas e a indústria nacional.

 

Angra 3 será irmã gêmea de Angra 2. Ambas contam com tecnologia alemã Siemens/KWU (hoje, Areva ANP). As etapas de construção da unidade incluem as obras civis, a montagem eletromecânica, o comissionamento de equipamentos e sistemas e os testes operacionais.

 

 

 

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Até o momento, foram executados aproximadamente 50% das obras civis da usina, com mais de 100 mil metros cúbicos de concreto estrutural já lançados. O empreendimento demandará investimentos totais diretos de cerca de R$ 13,93 bilhões (base de preço – 12/2012), sendo que aproximadamente 75% desse valor serão investidos dentro do país.

 

 
Atualmente, cerca de três mil profissionais estão trabalhando no canteiro de obras, sendo que 80% são moradores da região circunvizinha à central nuclear. Esse efetivo tende a aumentar no primeiro semestre de 2014, tendo em vista a mobilização das empresas que executarão os serviços de montagem eletromecânica, o que incrementará significativamente o ritmo do empreendimento.
 
 
A Eletronuclear também já iniciou a contratação, por meio de concurso público, de profissionais para trabalhar de forma permanente em Angra 3. Como, para atuar em uma usina nuclear, é necessário ter um alto grau de qualificação, esses empregados já estão sendo treinados pela empresa. As principais categorias contratadas e treinadas são operadores, mecânicos, eletricistas, instrumentistas, químicos, engenheiros e físicos.
 
 

Os recursos para a construção de Angra 3 estão sendo obtidos, principalmente, por meio de empréstimos tomados pela Eletrobras, controladora da Eletronuclear. Os equipamentos e serviços contratados no mercado nacional estão sendo custeados por meio de financiamento do BNDES, no valor de R$ 6,1 bilhões. 

 

Já o financiamento para a aquisição de máquinas e equipamentos importados e a contratação de serviços externos está sendo feito mediante contrato com a Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 3,8 bilhões.

 

O próximo marco da construção de Angra 3 é a contratação dos serviços de montagem eletromecânica – uma das maiores licitações no mercado nacional, no valor de R$ 2,983 bilhões. Esse orçamento foi calculado a partir da base de preços de janeiro de 2013.

 
 
Os serviços estão divididos em dois pacotes. O primeiro está relacionado ao sistema primário, que cobrirá as atividades associadas à parte nuclear, no valor estimado de R$ 1,31 bilhão. O segundo, estimado em R$ 1,67 bilhão, envolverá os sistemas relacionados à parte convencional da usina. A expectativa da empresa é assinar o contrato com os vencedores da licitação ainda este ano.
 
 
A Eletronuclear lançará, nos próximos meses, o edital de convocação para que as empresas habilitadas na concorrência possam apresentar suas propostas comerciais – última etapa do processo. Os consórcios participantes da licitação são o UNA 3 (formado pelas empresas Norberto Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e UTC Engenharia) e o Angra 3 (composto por Queiroz Galvão, Empresa Brasileira de Engenharia e Techint).
 
 
Em setembro, o Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou a Eletronuclear a prosseguir com a licitação, após realizar auditoria no edital de concorrência. Para liberar a retomada dos trâmites licitatórios, o TCU solicitou que a empresa fizesse pequenos ajustes no documento.
 
  • Potência instalada: 1.405 MW
  • Projeto Básico: Siemens/KWU, atual Areva
  • Reator PWR (água leve pressurizada)
  • Área: cerca de 82.000 m²
  • Concreto: 200.000 m3
  • Aço: 30.800 t
  • Equipamentos: 17 mil t
  • Pintura: 370 mil m2
  • Grau de nacionalização: 54% (em valor)
  • Investimento: R$ 13,9 bilhões para conclusão (base de preço – 12/2012)
  • Sede


    Rua da Candelária, 65 – Centro
    CEP: 20091–906
    Tel:(21) 2588–7000
    Fax: (21) 2588–7200

  • Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto


    BR 101 Sul - Rodovia Governador Mário Covas,
    km 517 (Rio Santos) – Itaorna
    4° Dist. de Angra dos Reis – RJ
    CEP: 23948–000
    Tel:(24) 3362–9000
    Fax:(24) 3362–9090

  • Escritório de Brasília


    Ed. Via Capital, 15
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    CEP: 70041–906
    Tel/Fax:(61) 3328–0555

  • Escritório no Recife


    Rua Agenor Lopes, 25, sala 503
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    Recife – Pernambuco
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